BLOGS: Tiago Quintana (Heterônimo+)

terra

Quinta-feira , 30 de Julho de 2009

t e r r a c h a n d o


Escrito por Henrique Oliveira às 20h13

verde

Quarta-feira , 29 de Julho de 2009

 v i v e n d s e m a t a


Escrito por Henrique Oliveira às 21h55

inspirar

Segunda-feira , 27 de Julho de 2009

 

Tenho alternado momentos de absoluta leveza no conduzir da Vida com outros em que a mente se ocupa em querer explicar tudo e justificar cada um dos próximos passos. Em alguns instantes me sinto angustiado, por mais que essa palavra seja horrorosa, em seguida o desconforto passa e enxergo tudo mais simples agora que disponho de tempo - o bem mais precioso e cobiçado pelo homem - para fazer o que quiser fazer.

 

Opções de atividades ou parcerias estão surgindo até que muito rápido, mas nada que me tocasse até o momento, vamos aguardar. Perguntas que movem a humanidade tenho aos montes e as respostas devem estar a caminho - assim espero.

 

Eu estava trabalhando com recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento de pessoal, tinha uma galera bacana que era orientada por mim. Fazia todo o processo de seleção dos profissionais buscando visualizar suas carreiras e posições na empresa no médio prazo, se bem que para a grande maioria "plano de carreira" era apenas ter emprego...

 

Tive experiências que valem um livro, aprendi muito com esses profissionais que são classificados pelo mercado como "desqualificados",  fazia os treinamentos da conscientização da qualidade e muitos, muitos treinamentos motivacionais, aliás usava isso com muita propriedade já no processo de seleção, com respostas muito boas. Meu trabalho era inspirar as pessoas a darem o seu melhor, mesmo que a única coisa que teriam por darem o seu melhor era um emprego com carteira registrada.

 

Uma vez num texto aqui na internet me chamou a atenção a sugestão de um recrutador de que alguém nessa posição que eu ocupava deveria dar mais que uma simples resposta à empresa, que deveria também dar um suporte para a sociedade, orientando essas pessoas no resgate de suas auto-estimas. E foi um desafio e tanto lidar com isso, tornar-me referência e ser um ponto de apoio para aqueles com determinação para mudarem o rumo de suas Vidas.

 

Passado esse período, de grandes aprendizados, me vejo agora sem referências... Não sei se reviso o meu currículo e encaminho para os amigos, se busco uma empresa de recolocação, se vou trabalhar com consultoria para empresas familiares (afinal tenho 20 anos de vivência nesse vespeiro), se escrevo um livro sobre o tema (ou ainda sobre hiv e aids, projeto antigo) ou se planto uma árvore. Opções tenho algumas, mas me falta alguém que me inspire.


Escrito por Henrique Oliveira às 23h09

seixta

Sexta-feira , 24 de Julho de 2009

 

Esse post é só para dizer o quanto as 18hs da sexta-feira passaram a ser importantes na minha Vida depois que comecei a trabalhar em empresas, coisa que fiz em 20 dos meus 42 anos. É algo sagrado o final da tarde de sexta-feira, eu diria; não grilo de ralar até tarde de segunda à quinta, mas na sexta eu desligo cedo e o quanto antes melhor. Se puder sair pra almoçar e ir ao banco ou visitar algum cliente é perfeito, já não volto pro escritório...

 

Hoje é a primeira sexta-feira sem trabalho formal, me sinto muito bem. Tirei o dia para resolver alguns assuntos, busquei meus medicamentos, fui ao banco, visitei meu advogado (por conta de uma ação que movo contra a Caixa-CEF e que será minha aposentadoria "férias mundo afora todo ano") e achei uma brecha para rever um amiguinho das antigas, pura pureza, que eu também mereço...


Escrito por Henrique Oliveira às 18h00

mission

Quinta-feira , 23 de Julho de 2009

 

Saudade dos meus dias de peregrino; Neles, tudo a princípio parecia muito difícil, mas as coisas fluiam de tal forma que nem me dava por conta do esforço empregado ao longo do dia, era tudo muito prazeroso.

 

Um mundo de sonhos, ainda que mundo real. Já no mundo real, sem os tais sonhadores, as coisas até podem parecer simples, mas gastamos um esforço absurdo e muitas vezes os objetivos simplesmente não são alcançados.

 

Ou, se foram, não me deixaram saber... A história oficial é de que há uma crise lá fora... Deixo Ser!


Escrito por Henrique Oliveira às 20h03

rodilla

Terça-feira , 21 de Julho de 2009

 

Acordei hoje com fortes dores no joelho direito, é muito interessante que não me lembro de tê-lo lesionado nos últimos dias. Fiquei o dia todo incomodado, sentindo umas fisgadas como se a dor fosse interna, no osso, pois no massagear de pele e musculatura não sentia nada. Isso não me impediu de me levantar cedo e procurar levar o dia normalmente, mas tinha hora que parecia que iria piorar muito. Ficava me questionando que emoções poderiam estar por trás desse desconforto, se não houve sequer uma pancada no local.

 

Pensei: joelho, é articulação então deve ser algo relacionado à flexibilidade, algo que poderia ser interpretado como "render-se aos fatos"... Direito, nos membros inferiores, lado racional, o lidar com o trabalho e com as questões de ordem prática... Mentalmente juntei os dois e me dei por conta que, dos muitos conflitos, estava em sérios conflitos profissionais, me sentindo enjaulado e descontente, sem conseguir os resultados que desejo, sem apoio, sob pressão muitas vezes insana e de caráter duvidoso e o que é pior: tendo que me manter altivo e sorridente, confiante com a missão de passar uma imagem para as pessoas que não corresponde ao que eu sinto e assimilo.

 

Pois bem, agora há pouco, ao final da tarde, fui dispensado do meu emprego, depois de 16 meses de muita dedicação. Fase complicada, me enjaular novamente depois de felizes anos com agenda branda, dificuldades com metas não definidas, muitos erros, muitos mesmo buscando acertar, alguns acertos, pouco reconhecimento e muitos aborrecimentos pela falta de autonomia e de ter um gestor competente e equilibrado no apoio.

 

A dor no joelho misteriosamente desapareceu, vamos ver se nessa noite não me incomoda mais. Se conheço bem os sinais do meu organismo e um pouco também os anseios da minha alma, esse era um sinal de que era mesmo hora de mudança e que bom que encerro um ciclo difícil. A sensação de estar enganando pessoas com falsas promessas, por mais que eu não as fizesse, estava me consumindo a doçura e o prazer de trabalhar.

 

O ambiente de trabalho ideal para mim é onde eu possa ter a sensação de que me divirto enquanto trabalho, quero ao meu lado pessoas de boa índole e que busquem o crescimento mútuo, sem demagogia ou exploração. Agora é descansar uns dias, colocar o sono em ordem e ver o que eu vou fazer da Vida, mas não tenho pressa. Nessas horas, ser gay é uma benção... Solteiro e sem filhos, recebo mensalmente de aluguel de um dos apartamentos o suficiente para pagar as minhas contas básicas de dois meses, tenho uma reserva de grana que me permite respirar sossegado e escolher com calma o que é que quero fazer e quanto custa me tirar da cama cedo. Fosse eu um pai de família de 42 anos e algumas bocas em casa para alimentar e estaria bem tenso, mas fico tranquilo. Valeu o aprendizado e saio com a certeza de que nada será como antes, e eu nem tenho ideia dos próximos capítulos. O que sei é que estou aliviado.

 

Novos tempos.


Escrito por Henrique Oliveira às 20h02

currículo, I

Segunda-feira , 20 de Julho de 2009

 

Eu era ainda muito jovem quando entendi o significado do dinheiro, muito pela sua escassez e a forma responsável como meus pais lidavam com ele. Eu era criança ainda, tipo uns 8 anos, quando descobri na matemática que se gastasse alguns dinheiros comprando cola, seda e vareta na papelaria pra fazer pipas, poderia vendê-las a preço de mercado e obter cinco vezes os dinheiros que gastei, e que quem comprasse de mim ainda pagaria metade do que estava acostumado pagar na mesma papelaria onde eu também comprava.

 

Descobri, rapidamente, que o dono da papelaria não queria concorrência. Era um bairro pobre, bem pobre mesmo, e ele ganhava dinheiro era vendendo pipa, a papelaria mesmo girava muito pouco, ele nunca tinha nada de mercadoria. Ele comprava lotes de tempos em tempos, mais no início das aulas, cobrava caro e a pobraiada pagava, quem tinha um pouco mais ia de ônibus comprar no centro. Anos 70, periferia de Sampa. Como era a única papelaria do bairro, ele decidiu não me vender mais varetas e seda, quase acabou com o meu negócio e aniquilou meu espírito empreendedor. Mas eu não me deixei abater por essa primeira crise empresarial, precisava de um investidor e fui pedir um pai-trocínio.

 

Meu pai trabalhava perto da 25 de março, com o dinheiro que eu gastava no bairro ele comprou 10 vezes mais matéria-prima e eu fiquei quase louco com tanto material. saí produzindo um monte. Devo esse impulso de crescimento a um investidor de visão...

 

Matéria-prima mais barata pude vender minhas pipas mais barato e diversificar, criar opções pro mercado exigente de moleques mal lavados e cheios de malandragem, passei a fazer também "arraias", que são aquelas pipas mais encorpadas, antes eu fazia era o tipo "peixinho"...  Matéria-prima gastava o dobro, dava mais trabalho mas podia vender pelo triplo das comuns, até mais. Ótimo negócio, atender um público mais selecionado, mais exigente e passei a fazer por encomenda, só que era mais caro, desenho exclusivo... Mas voltando, os pedidos foram aumentando, comecei a ter fama nas favelas vizinhas e coloquei minha irmãzinha pra meu ajudar, comecei a entender desse papo de micro-empresa, geração de emprego (trabalho infantil não era crime...) e compreendi o processo de industrialização, just-in-time total. Eu cortava, ela colava, eu colocava pra secar e depois esticava, pois se esticar molhado rasga... Ela cuidava das vendas e do caixa, esperava os clientes chegarem. Eu devia dar uns 10% pra ela, no máximo.

 

Acabou que a papelaria faliu mesmo e o homem foi embora sem nem pagar aluguel, deixou tudo pra trás. Anos mais tarde um caçador de marajás das Alagoas explicaria: "quem não tem competência não se estabelece".

*

*

* * * * * * *

*

*

Ando realmente em falta com a minha vontade de blogar, mas trabalhando em horários insanos e vivendo dias de muito cansaço, chegando podrão em casa é um banho e cama ou quando não, saindo para ver a Vida como está. Ando baladeiro, um pouco. Blogar no escritório não rola, em casa não paro, quando paro é na cama, sábado passado dormi das 3hs as 12hs, tomei café e almocei, dormi de novo das 15hs as 21hs e fui pra geral, passei a milhas desse teclado, felizmente embora ame blogar, não grilem que estou livre, leve e solto e com um sorriso no rosto, apesar dos temores, do cansaço e da solidão(?).

 

Lembrem-se que sorrindo é mais gostoso, sempre.

 

Mas esse post foi para expressar meu contentamento descontente com os rumos que minha Vida vem tomando nos últimos meses, uso esse termo do Renato Russo para expressar a tremenda insatisfação contagiante das pessoas do mundo moderno, em especial algumas que me cercam, e o quanto conviver horas nesse contexto mexe com a minha estrutura. Sabe quando no fundo você sabe que o caminho que deseja não é o que está percorrendo, mas que lá na frente vai descobrir que foi um atalho necessário? Resta saber quando, estou bem cansado da espera e de conviver com indefinições e estratégias confusas e voláteis. Os meus desafios de Vida são muitos, tenho contado com ferramentas poderosas e de um valor inestimável, e sei que o que aprendo apreendo e me pertence. É meu e divido com todos sem perder nada, só somo. Faço disso algo para o meu crescimento e o dos que me cercam, e são muitos. Sempre, por mais que serenamente eu me sinta sozinho.

 

Aos olhos de alguns eu sou o próprio rei.

Mas me sinto apenas um príncipe.

E sei que vivo na selva.


Escrito por Henrique Oliveira às 21h21

dra

Segunda-feira , 13 de Julho de 2009

 

A terceira infectologista que eu gostei até hoje, assim espero. Se é verdade que a primeira impressão é a que fica, estarei bem acompanhado nos próximos meses, a tal Dra. Raquel me pareceu ser gente boníssima. Ela é jovem, deve ter menos de 30 anos, e não parece ter muita experiência - o que é ótimo. Em geral médicos mais velhos, e que se dizem experientes embora muitos não se atualizem, ainda trabalham com a visão alarmista da infecção nos anos 80 e do tratamento nos anos 90. Já os mais jovens, que não vivenciaram a realidade da sentença de morte em poucos meses, conseguem trazer uma leveza maior ao tratamento. Vamos torcer para que esse encanto dure, embora ela já tenha me desagradado marcando consulta pro próximo mês...

 

Quanto a esse papo de nova consulta em menos de 30 dias, um saco diga-se de passagem, eu estava consultando a cada 4 meses e estava muito bom. Os resultados dos meus exames continuam excelentes pros meus parâmetros, CD4 na faixa de 700 e CV indetectável, dessa vez até os triglicérides foram exemplares e estão, pela primeira vez na história, abaixo do valor limite. Mas ela me pediu um monte de outros exames, levantou um histórico familiar, estudou meu prontuário e se lembrou de detalhes que eu mesmo já havia esquecido, e me disse que vai manter essas consultas mais próximas mesmo no primeiro ano, até se familiarizar com o meu quadro. Beleza, fazer o quê?


Escrito por Henrique Oliveira às 22h11

non

Domingo , 12 de Julho de 2009

 

 

"Diz a sabedoria indígena que quando não cumprimos o que prometemos, o fio de nossa ação que deveria estar concluída e amarrada em algum lugar fica solto ao nosso lado. Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem que caminhemos livremente... ficamos amarrados às nossas próprias palavras. Por isso os nativos têm o costume de "por-as-palavras-a-andar", que significa agir de acordo com o que se fala; isso conduz à integridade entre o pensar, o sentir e o agir no mundo e nos conduz a um caminho da beleza, onde há harmonia e prosperidade naturais."

 

"Eu preciso é aprender a dizer não."


Escrito por Henrique Oliveira às 13h26

dor

Sábado , 11 de Julho de 2009

m i r e i  

        N o     s o f á

  N e s s a  

             t a r d e  

                 f r i a

 


Escrito por Henrique Oliveira às 17h30

ícaro

Quarta-feira , 08 de Julho de 2009

 

 


Voar, voar
subir, subir
ir por onde for
descer até o céu cair
 asas do desejo
ou mudar de cor.
Anjos de gás,
asas de ilusão
e um sonho audaz
feito um balão...

No ar, no ar,
eu sou assim:)
Brilho do farol.
Além do mais
(amargo fim)
simplesmente sol...

...O que sai de mim
vem do prazer
de querer sentir
O que eu não posso ter.
O que faz de mim
ser o que sou
é gostar de ir
por onde, ninguém for...
Do alto coração.
Mais alto coração...

Ir até que um dia
chegue enfim;
em que o sol derreta
a cera até o fim...
Do alto, coração.
Mais alto, coração...
tão longe, tão perto


Escrito por Henrique Oliveira às 22h27

50.000

Segunda-feira , 06 de Julho de 2009

 

Estou triste mais vai passar... Mais não bicha burra, mas. MAS vai passar... Estou triste mas vai passar. Continuando... É a emoção do momento, me perdoem... Voltando, hoje era dia de consulta com a infectologista, minha médica querida que me atende 3 ou 4 vezes por ano e que nos últimos 4 anos vem me auxiliando a manter minha saúde em ordem. A segunda infectologista que eu gostei até hoje.

 

Pois eu cheguei para a consulta no horário marcado e soube que ela não faz mais parte da equipe, me informaram apenas que ela se desligou do quadro do Hospital das Clínicas para reduzir a carga de trabalho e se dedicar a outros projetos, o principal deles o de se tornar mãe. Legal ela querer ter um bebê, bacaníssima. Ela havia comentado comigo sobre essa ideia na consulta de fevereiro, mas o fato me pegou de surpresa. Que zica. Ela bem que podia ter antecipado a consulta, mas como fazer isso com 200 pacientes?

 

Minha consulta foi adiada para a semana que vem e só o que sei é o nome da nova profissional que me acompanhará, Dra. Raquel. A anterior era a Dra. Silvinha... Agora é torcer para rolar com ela a mesma sintonia que rolava com a Dra. Silvia e com o Dr. Luiz Gonzaga, que foram os únicos infectologistas com quem me entendi nesses 16 anos de convívio com o hiv. Dos outros médicos nessa especialidade não tenho boas recordações, cometiam erros básicos no lidar com o virus e a infecção, e mais ainda no tratar com o ser humano... Conheci verdadeiras lástimas, teve um uma vez (um renomado, famoso) que numa palestra no GIV, fez uma infeliz analogia entre carga viral e velocidade com CD4 e distância numa viagem de trem rumo a um abismo. O abismo é a morte, o trem o hiv... Com desenho no flip chart e tudo, para ninguém deixar de entender que iria morrer, brevemente.

 

Outro dia conversava com um amigo sobre as terapias antiretrovirais que fizemos e fazemos e chegamos ao surpreendente número de 50.000 comprimidos ingeridos por década, na média do tratamento para a nossa geração... É mais ou menos o que já tomei desde 1997 quando me iniciei no uso desses medicamentos. Foram 3 anos tomando 17 comprimidos por dia (em 05 horários diferentes), depois mais 4 anos com 14 comprimidos (em 04 horários), passando por um "drugs holiday" de 16 meses e os últimos quase 4 anos com 8 comprimidos por dia em duas doses. Está bom ou quer mais?

 

Mas estou achando que vou trocar os medicamentos em breve... Coincidentemente quando o Dr. Luiz Gonzaga se desligou do HC e me encaminhou para Dra. "não quero nem citar o nome" houve troca dos medicamentos, eu estava já com a primeira falência no uso do AZT + DDI + Crixivan e passei a usar uma segunda combinação, que era o D4T + 3TC + Efavirenz. Quando essa Dra, após 3 anos e nova falência terapêutica, recomendou uma nova combinação, eu pedi umas breves férias dos medicamentos e ela não me autorizou. Ela ainda iria pesquisar a melhor combinação...

 

Eu mantive a minha decisão de não tomar nada por pelo menos 3 meses. E segurei essa onda por 16 meses, embora ela me castigasse com consultas mensais, a pretexto de que eu corria riscos por não usar  medicação e fazia alardes desnecessários... Meu CD4 realmente caiu, mas eu me sentia muito bem. E me mantive firme sem as drogas até que ela me deu uma intimada: ou eu voltava à terapia com os medicamentos ou procurava outro médico, se assim quisesse, pois ela devolveria o meu caso... E eu aceitei as duas alternativas, pedi que ela me encaminhasse para outro profissional e iniciei a terapia que uso ainda hoje. E foi nesse retomar que eu conheci a Dra. Silvia - uma profissional competente e encantadora.

 

Com essa nova médica, tão anjo quanto o Dr. Luiz Gonzaga, a terceira combinação era o DDI + 3TC + Kaletra + Tenofovir e estou com ela há quase 4 anos. Nos exames de genotipagem não apresento resistência ao DDI e ao 3TC (e sim ao AZT, D4T e Crixivan), mas sinto que é um bom momento para trocar os medicamentos.

 

Será que na consulta de segunda-feira próxima vou ter alguma novidade? É torcer para que sim, pois tem medicamentos mais eficazes no mercado e que causam muito menos efeitos colaterais. Vamos aguardar. Semana que vem eu volto para contar.


Escrito por Henrique Oliveira às 22h39

coraxe

Sábado , 04 de Julho de 2009

 

 

coNfortavelmeNte me aNiNharei

e dormirei No sofá Nesstarde fria

 


Escrito por Henrique Oliveira às 13h17


 m O O n 

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